
domingo, 14 de junho de 2009
Entrevista realizada com os coordenadores pedagógicos escola Estadual Barro
Branco II, sobre o Projeto Político Pedagogico.
Coordenadora do Ensino Fundamental I: Rosemary Aparecida Silva Fizio.
Coordenador do Ensino Fundamental II: Erly Junior.
1) Os pais conhecem o projeto político pedagógico da escola?
R: Ele é feito juntamente com a comunidade.
2) Os professores seguem ou discutem referente ao projeto pedagógico da escola?
R: Toda ação do professor, juntamente com seu planejamento de aula está inserido no projeto pedagógico da escola.
3) Quais as dificuldades para seguir o projeto pedagógico?
R: Por ser um trabalho coletivo, não encontramos dificuldades.
4) O que os Senhores Coordenadores pensam sobre o projeto pedagógico?
R: O projeto pedagógico é colocado em prática, pois precisamos muito dele, principalmente a parte pedagógica.
Dentro do projeto político pedagógico, há um outro projeto inserido, que é denominado Avanços Tecnológicos, através dos tempos e do meio ambiente.
5) Qual o objetivo desse Projeto?
R: A meta do projeto é convidar a participação mais efetiva tanto dos pais como da comunidade.
Ele é apoiado pela Unesco, e conta com a colaboração de alguns pais.
Os alunos realizam pesquisas sobre algum tema, que é subdivido em sub-temas nas salas de aulas. Feito isso, os educandos começam o trabalho de pesquisa, levantamento de materiais e expõem esses trabalhos para a comunidade dentro da escola.
O intuito é desenvolver a criatividade dos alunos; porém encontramos algumas dificuldades como, por exemplo, salas lotadas, há não adesão de todos os alunos devido à escola ter três turnos e a falta de espaço.
Branco II, sobre o Projeto Político Pedagogico.
Coordenadora do Ensino Fundamental I: Rosemary Aparecida Silva Fizio.
Coordenador do Ensino Fundamental II: Erly Junior.
1) Os pais conhecem o projeto político pedagógico da escola?
R: Ele é feito juntamente com a comunidade.
2) Os professores seguem ou discutem referente ao projeto pedagógico da escola?
R: Toda ação do professor, juntamente com seu planejamento de aula está inserido no projeto pedagógico da escola.
3) Quais as dificuldades para seguir o projeto pedagógico?
R: Por ser um trabalho coletivo, não encontramos dificuldades.
4) O que os Senhores Coordenadores pensam sobre o projeto pedagógico?
R: O projeto pedagógico é colocado em prática, pois precisamos muito dele, principalmente a parte pedagógica.
Dentro do projeto político pedagógico, há um outro projeto inserido, que é denominado Avanços Tecnológicos, através dos tempos e do meio ambiente.
5) Qual o objetivo desse Projeto?
R: A meta do projeto é convidar a participação mais efetiva tanto dos pais como da comunidade.
Ele é apoiado pela Unesco, e conta com a colaboração de alguns pais.
Os alunos realizam pesquisas sobre algum tema, que é subdivido em sub-temas nas salas de aulas. Feito isso, os educandos começam o trabalho de pesquisa, levantamento de materiais e expõem esses trabalhos para a comunidade dentro da escola.
O intuito é desenvolver a criatividade dos alunos; porém encontramos algumas dificuldades como, por exemplo, salas lotadas, há não adesão de todos os alunos devido à escola ter três turnos e a falta de espaço.
Entrevista realizada com alunos da rede pública (municipal e estadual) do Estado de São Paulo.
1- O que vocês mais gostam nas suas escolas?
Gleice – 11 anos – 5ª série do Ensino Fundamental: Eu acho minha escola boa porque na hora do intervalo não têm mais correria, agente joga futebol, tem sala de informática que eu vou toda 3º e 6º feira.
Weverton – 12 anos – 6ª série do Ensino Fundamental: O que eu mais gosto é a sala de informática.
Joyce – 13 anos – 6ª série do Ensino Fundamental: Eu gosto porque lá eu tenho bastantes amigos, alguns professores são companheiros e eu gosto do Diretor Honésio.
2- Como é o relacionamento entre vocês e os seus professores?
Gleice – Depende, tem alguns professores que são legais outros não. Eu adoro a professora de geografia, mas o professor de leitura é muito ruim.
Weverton – Eu gosto do professor de educação física, matemática, ciências e o resto não são bons não.
Joyce – Todos são bons, mas só tem uma que implica comigo.
3- Vocês têm alguma dificuldade para aprender determinado assunto.
Gleice – Eu tenho um pouco de dificuldade em matemática, mas eu já estou melhorando porque a professora explica muito bem.
Weverton – Eu não sei muito bem matemática.
Joyce – Eu tenho dificuldade em aprender português porque as vezes eu não presto atenção.
4- Vocês têm alguma matéria ou professor preferido? Qual?
Gleice – Eu adoro a Lourdes, o Marcos e a Célia, porque esses professores são muito bons tem paciência. E quando nós temos dificuldade eles explicam muito bem.
Weverton – Professor Roberto que dá aula de física, ele é muito bom. E as matérias que eu mais gosto é ciências e matemática. Também gosto muito da professora Lourdes.
Joyce – A minha professora preferida é a Celina que dá aula de Português, ela é super legal conversa bastante comigo.
5- Qual é o contato que vocês têm com a Diretora das suas escolas?
Gleice – Ela só aparece em dia de palestra e não conversa com agente.
Weverton - Eu nunca vi a diretora, nem sei quem ela é.
Joyce – O diretor Honésio é bom, mas a diretora Sandra é ruim, porque tudo o que acontece ela fala que é culpa minha.
6- Como vocês descreveriam o comportamento da sala de aula que vocês fazem parte?
Gleice – É a maior bagunça, na troca de professores eles fazem muita zona, tem guerra de papel e as meninas fazem barraco.
Weverton – Agente faz um pouco de bagunça, joga papelzinho, uma vez o aviãozinho enroscou na luz que quase caiu. Ninguém respeita os professores, agente leva suspensão direto. Tem guerrinha de mexerica e banana.
Joyce – É péssimo, um joga bolinha de papel no outro, agente brinca de lutinha, xinga os professores.
7- Vocês consideram todas as aulas interessantes?
Gleice – As aulas mais legais são as de educação física e matemática. O professor de educação física dá bastantes atividades legais. E o de matemática tenta fazer o máximo pra nós aprendermos, e nas atividades das aulas de sábado ele faz brincadeiras legais.
Weverton – Eu gosto das aulas de educação física porque o professor é muito legal. Ele leva a gente pra brincar no pátio, na quadra e as atividades que ele faz são muito boas. E o professor é muito legal.
Joyce – Todas são muito legais mesmo a de ciência que só sabe brigar.
8- Como que é a organização na escola de vocês (Conservação do prédio e limpeza)?
Gleice – A escola eza)?não é muito organizada não, as tias até que limpam bem, eu gosto da merenda e agora o barulho da reforma da escola atrapalha na sala de aula.
Weverton - Eu acho que a escola não é organizada, porque as salas são sujas e os professores não tem paciência.
Joyce - É bem organizada e limpa. Na hora do intervalo não tem mais correria porque eles colocaram jogos, ficou muito bom.
1- O que vocês mais gostam nas suas escolas?
Gleice – 11 anos – 5ª série do Ensino Fundamental: Eu acho minha escola boa porque na hora do intervalo não têm mais correria, agente joga futebol, tem sala de informática que eu vou toda 3º e 6º feira.
Weverton – 12 anos – 6ª série do Ensino Fundamental: O que eu mais gosto é a sala de informática.
Joyce – 13 anos – 6ª série do Ensino Fundamental: Eu gosto porque lá eu tenho bastantes amigos, alguns professores são companheiros e eu gosto do Diretor Honésio.
2- Como é o relacionamento entre vocês e os seus professores?
Gleice – Depende, tem alguns professores que são legais outros não. Eu adoro a professora de geografia, mas o professor de leitura é muito ruim.
Weverton – Eu gosto do professor de educação física, matemática, ciências e o resto não são bons não.
Joyce – Todos são bons, mas só tem uma que implica comigo.
3- Vocês têm alguma dificuldade para aprender determinado assunto.
Gleice – Eu tenho um pouco de dificuldade em matemática, mas eu já estou melhorando porque a professora explica muito bem.
Weverton – Eu não sei muito bem matemática.
Joyce – Eu tenho dificuldade em aprender português porque as vezes eu não presto atenção.
4- Vocês têm alguma matéria ou professor preferido? Qual?
Gleice – Eu adoro a Lourdes, o Marcos e a Célia, porque esses professores são muito bons tem paciência. E quando nós temos dificuldade eles explicam muito bem.
Weverton – Professor Roberto que dá aula de física, ele é muito bom. E as matérias que eu mais gosto é ciências e matemática. Também gosto muito da professora Lourdes.
Joyce – A minha professora preferida é a Celina que dá aula de Português, ela é super legal conversa bastante comigo.
5- Qual é o contato que vocês têm com a Diretora das suas escolas?
Gleice – Ela só aparece em dia de palestra e não conversa com agente.
Weverton - Eu nunca vi a diretora, nem sei quem ela é.
Joyce – O diretor Honésio é bom, mas a diretora Sandra é ruim, porque tudo o que acontece ela fala que é culpa minha.
6- Como vocês descreveriam o comportamento da sala de aula que vocês fazem parte?
Gleice – É a maior bagunça, na troca de professores eles fazem muita zona, tem guerra de papel e as meninas fazem barraco.
Weverton – Agente faz um pouco de bagunça, joga papelzinho, uma vez o aviãozinho enroscou na luz que quase caiu. Ninguém respeita os professores, agente leva suspensão direto. Tem guerrinha de mexerica e banana.
Joyce – É péssimo, um joga bolinha de papel no outro, agente brinca de lutinha, xinga os professores.
7- Vocês consideram todas as aulas interessantes?
Gleice – As aulas mais legais são as de educação física e matemática. O professor de educação física dá bastantes atividades legais. E o de matemática tenta fazer o máximo pra nós aprendermos, e nas atividades das aulas de sábado ele faz brincadeiras legais.
Weverton – Eu gosto das aulas de educação física porque o professor é muito legal. Ele leva a gente pra brincar no pátio, na quadra e as atividades que ele faz são muito boas. E o professor é muito legal.
Joyce – Todas são muito legais mesmo a de ciência que só sabe brigar.
8- Como que é a organização na escola de vocês (Conservação do prédio e limpeza)?
Gleice – A escola eza)?não é muito organizada não, as tias até que limpam bem, eu gosto da merenda e agora o barulho da reforma da escola atrapalha na sala de aula.
Weverton - Eu acho que a escola não é organizada, porque as salas são sujas e os professores não tem paciência.
Joyce - É bem organizada e limpa. Na hora do intervalo não tem mais correria porque eles colocaram jogos, ficou muito bom.
sábado, 13 de junho de 2009
Dica para leitura
Link da revista Nova Escola
As contribuíções dos grandes filósofos em relação a educação.
http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/022.shtml
As contribuíções dos grandes filósofos em relação a educação.
http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/022.shtml
Segue abaixo a dica de um documentário muito interessante que retrata a realidade da qualidade do ensino no Brasil, tanto na rede pública quanto na particular.
Pra quem não conhece vale a pena conferir!
PRO DIA NASCER FELIZ
SINOPSE
"Pro Dia Nascer Feliz" é o segundo longa-metragem do diretor João Jardim, diretor do cultuado documentário "Janela da Alma" que, em 2002, bateu recordes de público no gênero. Através de uma investigação do relacionamento do adolescente com a escola - ambiente fundamental em sua formação - o diretor traz à tona, além de questões comuns a qualquer adolescente dentro do ambiente escolar, questões como a desigualdade social e o impacto da banalização da violência no desenvolvimento de muitos desses jovens.
TÍTULO ORIGINAL
Pro Dia Nascer Feliz
LANÇAMENTO
2007-02-02
DIREÇÃO
João Jardim
CO-PRODUÇÃO
Globo Filmes, Tambellini Filmes, Fogo Azul Filmes
DISTRIBUIÇÃO
Copacabana Filmes
FICHA TÉCNICA
Roteiro: João JardimMontagem: João JardimProdução: Flávio R. TambelliniDiretor de Fotografia: Gustavo HadbaMúsica: Dado Villa-LobosSom: Heron Alencar, Aluisio CompassoEdição de Som: Waldir XavierMixagem: Tom PaulDireção de Produção: Gabriela Weeks
Pra quem não conhece vale a pena conferir!
PRO DIA NASCER FELIZ
SINOPSE
"Pro Dia Nascer Feliz" é o segundo longa-metragem do diretor João Jardim, diretor do cultuado documentário "Janela da Alma" que, em 2002, bateu recordes de público no gênero. Através de uma investigação do relacionamento do adolescente com a escola - ambiente fundamental em sua formação - o diretor traz à tona, além de questões comuns a qualquer adolescente dentro do ambiente escolar, questões como a desigualdade social e o impacto da banalização da violência no desenvolvimento de muitos desses jovens.
TÍTULO ORIGINAL
Pro Dia Nascer Feliz
LANÇAMENTO
2007-02-02
DIREÇÃO
João Jardim
CO-PRODUÇÃO
Globo Filmes, Tambellini Filmes, Fogo Azul Filmes
DISTRIBUIÇÃO
Copacabana Filmes
FICHA TÉCNICA
Roteiro: João JardimMontagem: João JardimProdução: Flávio R. TambelliniDiretor de Fotografia: Gustavo HadbaMúsica: Dado Villa-LobosSom: Heron Alencar, Aluisio CompassoEdição de Som: Waldir XavierMixagem: Tom PaulDireção de Produção: Gabriela Weeks
Educação
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Parceria entre escola e alunos
A escola precisa aprender a trabalhar em parceria com os alunos,de modo que estes sintam que a Instituição respeita e valoriza os seus saberes.
A conduta adotada pela escola,é de autoritarismo, ou seja,imposição de suas normas e diretrizes, sem no entanto discutí-las com os educandos.
Um exemplo disso,é a proibição do uso de boné, a escola impõe que os alunos não podem fazer uso do mesmo nas salas de aulas.Porém,para os adolescentes não se trata apenas de um acessório e sim uma parte de sua identidade.
No entanto, isso não é respeitado pela escola, pois é mais fácil classificar os alunos como indisciplinados do que buscar por meio da democracia uma resolução para a situação,com a participação de todos.
O ideal seria que a Instituição procurasse compreender os alunos, a sua individualidade, seus interesses, suas capacidades para que a aprendizagem fosse algo que faça sentido para eles . De modo, que para auxiliá-los nesse intuito,a escola poderia promover uma Assembléia,para que todos os problemas fossem discutidos e resolvidos com a participação dos alunos, através da formação de uma comissão que pudesse representar a opinião dos educandos por meio do voto.
Sendo na verdade uma forma de proporcionar aos alunos uma experiência rica,para que os educandos possam exercer a cidadania.
A conduta adotada pela escola,é de autoritarismo, ou seja,imposição de suas normas e diretrizes, sem no entanto discutí-las com os educandos.
Um exemplo disso,é a proibição do uso de boné, a escola impõe que os alunos não podem fazer uso do mesmo nas salas de aulas.Porém,para os adolescentes não se trata apenas de um acessório e sim uma parte de sua identidade.
No entanto, isso não é respeitado pela escola, pois é mais fácil classificar os alunos como indisciplinados do que buscar por meio da democracia uma resolução para a situação,com a participação de todos.
O ideal seria que a Instituição procurasse compreender os alunos, a sua individualidade, seus interesses, suas capacidades para que a aprendizagem fosse algo que faça sentido para eles . De modo, que para auxiliá-los nesse intuito,a escola poderia promover uma Assembléia,para que todos os problemas fossem discutidos e resolvidos com a participação dos alunos, através da formação de uma comissão que pudesse representar a opinião dos educandos por meio do voto.
Sendo na verdade uma forma de proporcionar aos alunos uma experiência rica,para que os educandos possam exercer a cidadania.
terça-feira, 2 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Evasão Escolar
O abandono dos estudos é algo muito comum nas escolas da periferia de São Paulo. Porém dados de uma pesquisa realizada pela Secretária da Educação , em 2008 revelou que o índice de evasão vem diminuindo gradativamente.
Apesar disso, nota-se que a grande maioria dos jovens já pensaram em "largar' os estudos, em decorrência de inúmeros fatores: a necessidade de trabalhar , pois muitos acabam não conseguindo conciliar estudo e trabalho, optando pelo em que sua visão é mais vantajoso, ou seja, o trabalho.
Ha ainda a falta de investimentos governamentais para o ensino de qualidade, como uma formação de educadores conscientes da suas responsabilidades perante ao aluno.
O próprio aluno não tem interesse pelo o que está sendo ensinado na escola, pois para ele nada daquilo poderá ser utilizado na sua realizadade, são conteúdos desnecessários.
O professor não valoriza o conhecimento dos alunos, não fazendo uso destes saberes para promover um aprendizado que realmente faça a diferença na vida dos mesmos. Sendo mais fácil a rotulação de que os alunos são indisciplinados e não possuem interesse pelo estudos.
A escola não tem assumido o seu papel na formação deste aluno ocorrendo na verdade uma inversão de papéis, onde tanto a escola quanto a família não sabem como solucionar a situação delegando para cada um a responsabiliadade, no famoso "jogo de empurra-empurra". De modo que o grande prejudicado acaba por ser somente o aluno com um ensino de péssima qualidade.
A função da escola é preparar o aluno para os desafios da sociedade, principalmente da vida adulta,como também possibilitar que estes possam ser cidadãos que exercem a cidadania de forma precisa e consciente. Somente depois disso poderemos de fato dizer que a evasão escolar realmente será um problema solucionado.
Apesar disso, nota-se que a grande maioria dos jovens já pensaram em "largar' os estudos, em decorrência de inúmeros fatores: a necessidade de trabalhar , pois muitos acabam não conseguindo conciliar estudo e trabalho, optando pelo em que sua visão é mais vantajoso, ou seja, o trabalho.
Ha ainda a falta de investimentos governamentais para o ensino de qualidade, como uma formação de educadores conscientes da suas responsabilidades perante ao aluno.
O próprio aluno não tem interesse pelo o que está sendo ensinado na escola, pois para ele nada daquilo poderá ser utilizado na sua realizadade, são conteúdos desnecessários.
O professor não valoriza o conhecimento dos alunos, não fazendo uso destes saberes para promover um aprendizado que realmente faça a diferença na vida dos mesmos. Sendo mais fácil a rotulação de que os alunos são indisciplinados e não possuem interesse pelo estudos.
A escola não tem assumido o seu papel na formação deste aluno ocorrendo na verdade uma inversão de papéis, onde tanto a escola quanto a família não sabem como solucionar a situação delegando para cada um a responsabiliadade, no famoso "jogo de empurra-empurra". De modo que o grande prejudicado acaba por ser somente o aluno com um ensino de péssima qualidade.
A função da escola é preparar o aluno para os desafios da sociedade, principalmente da vida adulta,como também possibilitar que estes possam ser cidadãos que exercem a cidadania de forma precisa e consciente. Somente depois disso poderemos de fato dizer que a evasão escolar realmente será um problema solucionado.
Fracasso escolar. De quem é a culpa?
Um problema que vem crescendo a cada dia que passa e não se sabe de quem é a culpa. Sabe-se que o pedagogo tem grande influência nessa área e deve interferir corretamente buscando soluções dentro da sala de aula que dê melhores condições para o aluno aprender e que de sinta motivado pela escola.
Nós dias atuais o sistema educacional é muito estudado (analisado) , porém ninguém assume de quem é a culpa ou se de fato há um culpado para o fracasso escolar.
Em determinados momentos dizem que o problema é da família que não soube educar ou que a função da escola é educar e na maioria das vezes que a culpa é do sistema político, econômico e social.
Mas será que de fato existe um culpaldo?
Temos que assumir as nossas responsabilidades, porque se de fato há um culpado, essa culpa não é de uma única pessoa.
A maioria das escolas culpam as famílias de classes baixas pelo fracasso escolar dos seus alunos, alegando que as famílias não oferecem qualidade de vida, acesso a internet, cinema, teatro, cursos variados (cultura no geral), alimentação correta, entre outros.
o educador deve ensinar transpondo a realidade do aluno, seja este pobre ou rico, cada um de acordo com os seus referênciais tem capacidades específicas de aprender, mesmo quando recebem nomenclaturas de "crianças problematicas", "crianças fracassadas", disléxicas, agressivas, hiper-ativas e etc. Cabe aos educadores terem autonomia para lidar com essas crianças. E o que aconte na maioria das vezes é a exclusão de determinados alunos dentro da própria sala de aula, a falta de qualifiquação do professor para "relacionar-se" com os alunos que ofereçam "desafios" (que apresentem algum tipo de problema), faz com que o educador escolha um determinado grupo de alunos, deixando os demais isolados, e estes alunos que acabam por se sentirem rejeitados por seus professores fazem bagunça, tumutuam a aula, afim de chamar a atenção.
Será mesmo que a culpa é da família ou da falta de despreparo do educador?
Isso não significa que por sua vez a família não tenha grande parcela de culpa nesse processo de aprendizagem, já que são os primeiros a ensinar (o meio familiar antecede o meio escolar).
As instituíções de ensino devem levar em consideração a bagagem cultural que os alunos trazem e deixar de lado o conceito de que o professor é o detentor do conhecimento e o aluno tábula rasa.
Há também pesquisadores que afirmam que a não aprendizagem do aluno pode ter relação com a afetividade e que a escola promova o desprazer nesta criança favorecendo diversos conflitos na sala de aula.
Nós dias atuais o sistema educacional é muito estudado (analisado) , porém ninguém assume de quem é a culpa ou se de fato há um culpado para o fracasso escolar.
Em determinados momentos dizem que o problema é da família que não soube educar ou que a função da escola é educar e na maioria das vezes que a culpa é do sistema político, econômico e social.
Mas será que de fato existe um culpaldo?
Temos que assumir as nossas responsabilidades, porque se de fato há um culpado, essa culpa não é de uma única pessoa.
A maioria das escolas culpam as famílias de classes baixas pelo fracasso escolar dos seus alunos, alegando que as famílias não oferecem qualidade de vida, acesso a internet, cinema, teatro, cursos variados (cultura no geral), alimentação correta, entre outros.
o educador deve ensinar transpondo a realidade do aluno, seja este pobre ou rico, cada um de acordo com os seus referênciais tem capacidades específicas de aprender, mesmo quando recebem nomenclaturas de "crianças problematicas", "crianças fracassadas", disléxicas, agressivas, hiper-ativas e etc. Cabe aos educadores terem autonomia para lidar com essas crianças. E o que aconte na maioria das vezes é a exclusão de determinados alunos dentro da própria sala de aula, a falta de qualifiquação do professor para "relacionar-se" com os alunos que ofereçam "desafios" (que apresentem algum tipo de problema), faz com que o educador escolha um determinado grupo de alunos, deixando os demais isolados, e estes alunos que acabam por se sentirem rejeitados por seus professores fazem bagunça, tumutuam a aula, afim de chamar a atenção.
Será mesmo que a culpa é da família ou da falta de despreparo do educador?
Isso não significa que por sua vez a família não tenha grande parcela de culpa nesse processo de aprendizagem, já que são os primeiros a ensinar (o meio familiar antecede o meio escolar).
As instituíções de ensino devem levar em consideração a bagagem cultural que os alunos trazem e deixar de lado o conceito de que o professor é o detentor do conhecimento e o aluno tábula rasa.
Há também pesquisadores que afirmam que a não aprendizagem do aluno pode ter relação com a afetividade e que a escola promova o desprazer nesta criança favorecendo diversos conflitos na sala de aula.
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